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Mineração no fundo oceânico e conservação ambiental podem coexistir?



Publicado em: 11/12/2013 20:27:00

Mais do que nunca se fala em vents hidrotermais e lamas metalíferas de alto teor de cobre, ouro, níquel,  zinco, manganês e outros metais. Grandes projetos já estão em andamento como o da Nautilus Minerals,  noticiado no Portal do Geólogo em outubro.

(veja  mais)

Alguns jazimentos minerais têm alto teor e baixíssimo custo operacional o que implica em elevados lucros: o sonho dos empreendedores. A consequência é uma nova corrida mineral que visa à descoberta e a lavra do fundo do mar e seus minérios.
As bases deste mundo novo ainda  estão sendo definidas. De um lado os mineradores prontos para iniciar as pesquisas e lavras, do outro lado do espectro os legisladores que tentam normatizar a lavra do fundo do mar, os ambientalistas que querem preservar os oceanos evitando que o fundo do mar possa ser lavrado e o Homem, o consumidor final, que poderá receber produtos de alta qualidade mais baratos e acessíveis. Conseguir o equilíbrio em uma equação complexa como essa não será fácil.
  No caso da lavra em fundo oceânico existe um agravante que é a localização desses depósitos em águas internacionais, consequentemente sujeitos a legislação própria ainda não totalmente acabada, sob responsabilidade da ISA (International Seabed Authority) que foi criada pela ONU em 1982 e que se preparou para a lavra dos nódulos de manganês o que se tornou inviável na economia atual.
No momento, a mineração está andando mais rapidamente do que a legislação e já existem dezenas de operações em andamento. Esta situação coloca em cheque a ISA que deve produzir leis e dispositivos que preservem ao mesmo tempo em que permitam a lavra inteligente desses depósitos.
Essa é a situação onde nos encontramos. Deixar de lado as riquezas do fundo do mar é penalizar toda a população do planeta. Por outro lado, poluir os oceanos e matar a fauna e flora marinha é inaceitável e deve ser evitado a todo o custo.
A solução deste impasse virá do conhecimento. É preciso entender para preservar. Enquanto o fundo oceânico for tratado pela ISA como a superfície terrestre e os novos jazimentos metálicos, associados aos vulcanismos recentes, como nódulos de manganês é pouco provável que veremos soluções duradouras. 


Autor:   Pedro Jacobi - O Portal do Geólogo

 
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Neste livro você se surpreenderá com essas construções monumentais, grandiosas e únicas, feitas por aqueles que foram os primeiros arquitetos e engenheiros do Brasil.
Trata-se de importante descoberta arqueológica que vai valorizar um povo sem nome e sem história. Um povo relegado a um plano inferior e menosprezado pela maioria dos cientistas e pesquisadores.

Dele quase nada sabemos. Qual é a sua etnia, de onde veio, quanto tempo habitou o Brasil e que língua falava são pontos a debater.
No entanto o seu legado mostra que ele era: muito mais inteligente, complexo e tecnológico que jamais poderíamos imaginar.
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